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por Laís Prado

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Quer uma ajuda para melhorar o portfólio?

16
fevereiro
2017



Três publicitários e um propósito. Isso resume como nasceu um projeto colaborativo que visa ajudar mais pessoas a entrar no mundo das agências. Cerca de quatro meses atrás, Erick Mendonça, Julia Hodgkiss e Andriws Vilela discutiam a dificuldade que é ingressar no mercado. Se para muitas agências conta a universidade onde o candidato se graduou, também pesam cursos de extensão com um determinado perfil ou feitos em lugares específicos. E o fato é que nem todos têm a mesmas oportunidades. Haveria um meio de dar mais chances a quem tem talento, mas nem sempre teve os recursos à mão? Sim: melhorando o portfólio dessas pessoas. Assim surgiu a plataforma Tapa No Portifa, que seleciona futuros criativos para receber orientação especializada.

Esse direcionamento vem de profissionais experientes que vão dedicar tempo, atenção e conhecimento para os que estão apenas começando. Em outras palavras, é gente que atua no mercado – e alguns com notório saber e prêmios no currículo – recomendando a melhor forma de novatos apresentarem seus portfólios. Desse modo, os recém-formados ou estudantes que se cadastrarem e forem selecionados recebem a mão de um “orientador” e a partir daí podem se diferenciar.

O Brasil é muito grande, mas nosso mercado é formado, em sua grande maioria, por pessoas muito parecidas. Justamente por só um tipo de pessoa ter mais contato com o centro do mundo publicitário”, afirma Mendonça. Ele acrescenta que a ideia do Tapa No Portifa só tomou forma com a cooperação de muitas pessoas.É um projeto que tem mais de 200 donos, entre todos que ajudaram e vão continuar ajudando a colocar isso de pé”.

Mas esse auxílio não vem exatamente de graça. Quem for selecionado e tiver direito a um orientador terá de fazer sua parte também. E isso significa dedicação para uma boa ação. Essa contrapartida pode ser ajudar uma ONG, uma comunidade, apoiar iniciativas que necessitem de voluntários ou fazer doação de dinheiro para uma das causas do site Vakinha. É fundamental comprovar a ação.

Os fundadores da plataforma não quiseram selecionar entidades que poderiam ser beneficiadas. “Até pensamos em indicar algumas, mas acreditamos que o mais legal seria fazer com que a pessoa que quer a vaga, decida por si qual a melhor forma de ela conseguir ajudar. Se vale grupo de corrida? Lógico. Mas, deixando claro, que as promessas feitas na inscrição são importantíssimas para selecionar os candidatos. A partir delas, conseguimos medir a vontade do participante”, explica Mendonça.

Como conseguir um orientador?

Interessados em receber a ajuda de um dos 193 profissionais que fazem parte da plataforma devem entrar no site, ler os requisitos exigidos e, se cumpridos, enviar um e-mail para o projeto, com um texto de apresentação, link do portfólio online e a promessa de qual boa ação farão – e, como Mendonça salientou, é fundamental esclarecer bem qual será a contrapartida. Os selecionados terão uma monitoria de 90 dias. Mas atenção: quem já estuda em alguma instituição voltada para a criação publicitária não pode se inscrever.

Os candidatos têm de mandar um e-mail contando um pouco da história deles e de como se apaixonaram por publicidade. Com essas histórias conseguimos avaliar o nível de cada um e seu momento pessoal. Além de garantir orientação profissional por 90 dias com o profissional que tenha a veia mais parecida com a do candidato, levaremos em conta os orientadores que já passaram pela mesma dificuldade, seja vir para uma cidade grande, seja entrar no mercado publicitário mais velho”, acrescenta Mendonça. Com isso, eles querem também colocar o lado pessoal em foco.

Perguntado sobre quais são os maiores problemas com os portfólios, Mendonça observa que as opiniões podem variar entre os profissionais. Mas há um ponto que chama atenção. É grande a quantidade de apresentações que pecam por serem bem parecidas com as demais. “Muitos portfólios até têm técnica, mas têm pouca personalidade. Muito corretos, porém sem projetos pessoais. Para nós, a personalidade é o mais importante”, diz.

Confira abaixo o vídeo que explica mais do projeto. A plataforma tem uma página no Facebook, que pode ser acessada aqui.
O projeto conta com 193 profissionais para orientar interessados em ingressar no mercado de agências