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por Laís Prado

Brasileiros na Ficha

Her Oscar

Brasileiros criam versão feminina da estatueta

01
março
2018



Num cenário em que as mulheres que atuam na indústria cinematográfica têm menos oportunidades, mais dificuldades para chegar a posições de liderança e ainda têm de lidar com uma lacuna injusta de remuneração entre os gêneros e com assédio sexual, um grupo de criativos, formado pelos brasileiros João Unzer, Rodrigo de Castro e Rodrigo Moranalém de Belén Aragón, Paula Gete-Alonso, Loipa Ramos e Belén Márquez, todas alunas da Miami Ad School, decidiu realizar uma ação, com o objetivo de incentivar o debate sobre a desigualdade de gênero em Hollywood.

Os criativos criaram uma versão feminina da estatueta do Oscar, chamada "Her Oscar".

Segundo os idealizadores da iniciativa, a mulher representada no prêmio é "uma vencedora, uma mulher forte, um símbolo de igualdade e uma nova forma para incentivar a discussão. Uma oportunidade para (a construção de) uma indústria cinematográfica justa, igual e mais diversificada, onde ambos os sexos podem ser os protagonistas da história e igualmente recompensados."

A ação convida o público a visitar o site Her Oscar e assinar uma petição que exige que a premiação do Oscar indique filmes com pelo menos 50% de participação feminina, dentro ou fora da tela.

O grupo que assina o projeto cita alguns dados que evidenciam a falta de oportunidade para as mulheres na indústria cinematográfica: apenas 4% dos principais filmes nos últimos 13 anos foram dirigidos por profissionais do sexo feminino, somente 22% de produtores, 11% de escritores, 7% de diretores e 1% de compositores são mulheres. Aquelas que finalmente conseguem atuar nesse mercado, ainda precisam lidar com menos papéis, menos tempo de fala na tela e uma diferença salarial injusta entre os gêneros.

Outras informações, aqui.