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Quase US$ 40 bilhões

Zoom faz a festa em tempos de confinamento

26.03.20

Em tempos de quarentena, aderir às videoconferências é prerrogativa básica, e uma das opções tem sido usar o aplicativo Zoom, da startup norte-americana Zoom Video Communications, baseada em San Jose, na Califórnia e criada em 2011, por um chinês: Eric S. Yuan, graduado em Stanford.

O aplicativo basicamente concorre com o tão conhecido Skype, da Microsoft, e o Hangouts, do Google, entre outros, mas ganhou protagonismo.

O valor da empresa já teria subido, do início do ano para cá, cerca de 100%, e, só nas últimas semanas, 25%. Hoje, ela é avaliada em quase US$ 40 bilhões. O mesmo aconteceu com as ações da companhia, mesmo em meio à queda geral das bolsas.

De olho na fidelização de novos clientes, e para atender melhor a atual demanda do mercado corporativo, o app ampliou o limite de 40 minutos de uso gratuito que havia anteriormente para cada reunião.

Mas, segundo fontes da Business Insider, nem tudo são flores, já que aumentou muito, entre os usuários, a preocupação com a segurança e a proteção dos dados, bem como com a falta de clareza na política de privacidade do aplicativo.

Hackers já entraram em videoconferências sem convite e a Zoom foi acusada de vender dados, obviamente sem autorização, fato negado veementemente pela empresa. "A Zoom só coleta os dados absolutamente necessários para prover suporte técnico e operacional e melhorar nossos serviços", disse a companhia, em comunicado.

Para usar o app, não é preciso fazer uma assinatura. Mas a versão mais completa exige pagamento.

Leia anterior sobre o Zoom aqui.

 

Quase US$ 40 bilhões

Zoom faz a festa em tempos de confinamento

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